Série CUL - Atividade em Instituições Culturais

HOMENAGEM A GERALDO BEZERRA DE MENEZES. COLÉGIO NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO. 1997. DISCURSO DE EDMO R. LUTTERBACH NA INAUGURAÇÃO DO FÓRUM MINISTRO GERALDO BEZERRA DE MENEZES. NITER... POEMA "HOMENAGEM AO DR. GERALDO BEZERRA DE MENEZES". FERNANDO ELVIRO COSTA. "TRINU... TRECHO DO DISCURSO DE POSSE NA ACADEMIA FLUMINENSE. TRANSCRITO DO JORNAL "A CRUZ”. RIO DE JA... RECORTE "GIRO HISTÓRICO". GERALDO BEZERRA DE MENEZES. "NITERÓI-CIDADE- SESQUICENTE... DOSSIÊ SOBRE ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS. 1943-2000. DOSSIÊ SOBRE ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS. 1943-2000. DOSSIÊ SOBRE ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS. 1943-2000 DOSSIÊ SOBRE ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS. 1943-2000. DOSSIÊ SOBRE ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS. 1943-2000. DOSSIÊ SOBRE ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS. 1943-2000. DOSSIÊ SOBRE ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS. 1943-2000. DOSSIÊ SOBRE ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS. 1943-2000. DOSSIÊ SOBRE ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS.1943-2000 DOSSIÊ SOBRE ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS. 1943-2000. OPINIÕES SOBRE O DISCURSO DE POSSE NA ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS. 1949. OPINIÕES SOBRE O DISCURSO DE POSSE NA ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS. 1949. MOVIMENTO-CAIXA DA ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS. NITERÓI, 03/10/1961. RECORTE "AGRIPINO GRIECO FAZ CEM ANOS". GERALDO BEZERRA DE MENEZES. "O PRELO"... CONVITE PARA O 140° ANIVERSÁRIO DE PARAÍBA DO SUL. RIO DE JANEIRO, 1975.
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Zona de identificação

Código de referência

BR BR DF TST JT-TST-GBM-FDA-CUL

Título

Atividade em Instituições Culturais

Data(s)

  • 1917-2002 (Produção)

Nível de descrição

Série

Dimensão e suporte

0,43 metros lineares (63 dossiês)

Nome do produtor

História biográfica

Geraldo Montedônio Bezerra de Menezes nasceu em Niterói em 11 de julho de 1915 e faleceu na mesma cidade, em 9 de fevereiro de 2002. Filho de José Geraldo Bezerra de Menezes e Lucinda Montedônio Bezerra de Menezes foi casado com Odette Pereira Bezerra de Menezes e tiveram 15 filhos e 47 netos. Formou-se pela Faculdade de Direito de Niterói em 1936. Na Faculdade de Direito, foi presidente do Centro Fluminense de Estudos Jurídicos (1935), do Centro Acadêmico Evaristo da Veiga (1936) e orador oficial de sua turma. Foi também um dos fundadores do Diretório Central dos Estudantes. Dedicou sua vida à família e a múltiplos trabalhos e iniciativas no campo universitário e jurídico. Em sua vida social e profissional deixou marcado o sentido católico e o empenho apostólico, tendo sido um dos maiores nomes do laicato de sua época. Entre 1939 e 1946, presidiu a 2ª e a 5ª Junta de Conciliação e Julgamento do Distrito Federal, ambas no Rio de Janeiro. Presidiu o Conselho Nacional do Trabalho (CNT), no período de 23 de fevereiro de 1946 a 10 de setembro de 1946. Coube a Geraldo, a convite do então presidente Eurico Gaspar Dutra, fundar a atual Justiça do Trabalho brasileira – como parte do Poder Judiciário – e assumir como primeiro Presidente do Tribunal Superior do Trabalho. Permaneceu como dirigente máximo do Tribunal durante duas gestões consecutivas: 1946 a 1949 e 1949 a 1951. Foi Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho de 1954 a 1956 e de 1958 a 1960. Concomitantemente à magistratura, foi Diretor da Faculdade de Direito da UFF, ministrou aulas de Sociologia na Faculdade Fluminense de Medicina (1937 a 1943) e também de Direito do Trabalho na Faculdade de Direito de Niterói (1954). Foi homenageado com o título de "Construtor do Direito do Trabalho", conferido pela Associação dos Magistrados do Trabalho do Estado de São Paulo, com a Grã-Cruz do Mérito Judiciário (1962), e com a Grã-Cruz do Mérito do Trabalho. Recebeu ainda a Ordem do Mérito Militar, no Grau de Grande Oficial, e a homenagem de Cidadão Carioca, título conferido pela Assembleia Legislativa do antigo Estado da Guanabara.
História Arquivística: Após a morte do Ministro Geraldo Montedônio Bezerra de Menezes, em fevereiro de 2002, seu arquivo pessoal passou a ser armazenado pela própria família em um sítio em sua cidade natal, Niterói-RJ. Após certo período, uma bibliotecária ficou encarregada de fazer a organização do arquivo pessoal deixado pelo Ministro Bezerra de Menezes, principalmente para facilitar a visualização do conteúdo que estava ali presente. No ano de 2015 o Tribunal Regional do Trabalho da 1ª região foi consultado para receber a custódia da documentação acumulada durante a vida do Ministro, e a partir disso surgiu o interesse do Tribunal Superior do Trabalho em possuir o Fundo Geraldo Bezerra de Menezes. Em 15/06/2015, após negociação com a família do Ministro, os documentos foram doados ao TST e foi realizada a transferência através do Analista Judiciário, Luiz Fernando, para a sede do TST. Ainda assim, ficou acordado entre as partes que, sempre que necessário, a família seria consultada acerca da finalidade dos documentos, tanto para preservação da imagem da instituição quanto do próprio Ministro Bezerra de Menezes. Além do Fundo que se encontra sob custódia do TST, alguns documentos foram preservados pelos filhos do Ministro, e há ainda um acervo localizado na biblioteca da Universidade Federal Fluminense.

Entidade detentora

História do arquivo

Fonte imediata de aquisição ou transferência

Zona do conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo

Informação do inventário: Reúne registros que comprovam a atuação de Geraldo Bezerra de Menezes em instituições culturais, como sua participação em atividades da academia niteroiense de letras e da academia fluminense de letras. São exemplos: discursos, recortes de jornais, correspondências, convites, folhetos.
Homenagem do Colégio Nossa Senhora da Assunção ao Ministro Geraldo Bezerra de Menezes. Homenagem do Colégio Nossa Senhora da Assunção ao Ministro Geraldo Bezerra de Menezes. Homenagem do Colégio Nossa Senhora da Assunção ao Ministro Geraldo Bezerra de Menezes. Texto intitulado “Os Fluminenses” escrito pelo Ministro Geraldo Montedônio Bezerra de Menezes. Texto intitulado “Os Fluminenses” escrito pelo Ministro Geraldo Montedônio Bezerra de Menezes. Documentos relacionados à Academia Niteroiense de Letra. Discurso de posse na Academia Fluminense de Letras na recepção do Ministro Geraldo Montedônio Bezerra de Menezes. Discurso de posse na Academia Fluminense de Letras na recepção do Ministro Geraldo Montedônio Bezerra de Menezes. Jornal “O Prelo” com artigo escrito pelo Ministro Geraldo Montedônio Bezerra de Menezes. Jornal “O Prelo” com artigo escrito pelo Ministro Geraldo Montedônio Bezerra de Menezes. Recibos e documentos da tesouraria da Academia Fluminense de Letras. Discurso de Roberto dos Santos Almeida ao tomar posse na Academia Fluminense de Letras. Documento da Academia Fluminense de Letras contendo a relação dos acadêmicos. Recorte de jornal noticiando a palestra de Sávio Soares de Sousa sob o título “Mário de Andrade e o Modernismo”. Recortes de jornal que narram distintos eventos realizados na Academia Fluminense de Letras. Diversos convites de eventos na Academia Fluminense de Letras. Carta dirigida aos fundadores da Academia Fluminense de Letras. Carta de Emmanuel de Bragança Macedo Sores para o Ministro Geraldo Montedônio Bezerra de Menezes. Discursos. Carta de Emmanuel de Bragança Macedo Sores para o Ministro Geraldo Montedônio Bezerra de Menezes. Folheto do Recital de Poemas de Antologia “Água Escondida”. Folheto de recepção na Academia Fluminense de Letras do Ministro Geraldo Montedônio Bezerra de Menezes. Folheto de recepção na Academia Fluminense de Letras do Ministro Geraldo Montedônio Bezerra de Menezes. Folheto de recepção na Academia Fluminense de Letras do Ministro Geraldo Montedônio Bezerra de Menezes. Folheto de recepção na Academia Fluminense de Letras do Ministro Geraldo Montedônio Bezerra de Menezes. Convite para a solenidade de posse do acadêmico Lyed de Almeida. Folheto sobre o Recital do pianista José Cabral Duprat. Documento encaminhado ao Governador do Estado do Rio de Janeiro. Documento conta um pouco da história de Joaquim Nabuco através de recortes de jornais. Documento conta um pouco da história de Joaquim Nabuco através de recortes de jornais. Documento conta um pouco da história de Joaquim Nabuco através de recortes de jornais. O documento conta um pouco da história da cidade de Niterói. O documento conta um pouco da história da cidade de Niterói.

Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de arranjo

Série organizada e descrita totalmente. Ordenação numérica

Zona de condições de acesso e utilização

Condições de acesso

Sem restrição de acesso, dando-se preferência ao acesso on-line, disponível em: http://arquivoteca.tst.jus.br/

Condiçoes de reprodução

Idioma do material

  • português do Brasil

Script do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Documentos digitalizados, alguns em bom estado de conservação, outros necessitando restauração.

Instrumentos de descrição

Zona de documentação associada

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

Unidades de descrição relacionadas

Descrições relacionadas

Zona das notas

Identificador(es) alternativo(s)

Pontos de acesso

Pontos de acesso - Locais

Pontos de acesso - Nomes

Pontos de acesso de género

Zona do controlo da descrição

Identificador da descrição

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS. NOBRADE: Norma Brasileira de Descrição Arquivística. Rio de Janeiro. 2006.

Estatuto

Nível de detalhe

Datas de criação, revisão, eliminação

Línguas e escritas

  • português do Brasil

Script(s)

Fontes

Zona da incorporação